Por Caio Abreu
Assisti “The Blind Side” após a premiação do Oscar, e fui com uma expectativa muito grande, afinal, Sandra Bullock (“A Proposta”) ganhou a tão cobiçada estatueta dourada por atuar no filme. Para a ansiedade ficar maior ainda, foi nada mais nada menos que o prêmio de “Melhor Atriz”.
“Um sonho possível” chegou ao Brasil já com as frases “2 Indicações ao Oscar: Melhor Filme e Melhor Atriz - Sandra Bullock” e “Vencedora do Globo de Ouro: Sandra Bullock – Melhor Atriz” nos cartazes em todos os cinemas em que estava sendo exibido. Sem falar da repercussão internacional. A última informação que tenho é que “Um sonho possível” arrecadou mais de U$226,77 Milhões de dólares nos EUA.
Fui em uma tarde de domingo prestigiar o trabalho de Bullock, atriz que sempre me fez rir e admirar as suas atuações.
O longa começa com a voz personagem de Sandra B. “Leigh Anne Tuohy” explicando o que seria o “Blind Side” (“lado cego” em português), tática de jogo no futebol americano. Logo após, conhecemos o “Michael Oher” ( Quinton Aaron - “As Duas Faces da Lei”) mais conhecido por “Big Mike”. Oher é um adolescente muito alto, bem acima do peso, pobre e sem esperança de um bom futuro e filho de uma mãe viciada em drogas. Ele já havia passado por vários orfanatos e casas de famílias adotivas, até que o chefe de família de uma delas resolveu tentar uma bolsa de estudos em uma escola particular e cristã. Mike é aceito na instituição, pois a mesma quer cumprir com seus deveres cristãos e por ver no adolescente uma futura estrela dos campos de futebol.
Logo no seu primeiro dia de aula, Michael percebe que não pertence àquele mundo de crianças e adolescentes ricos e brancos. Michael Oher entra mudo e sai calado das aulas.
O futuro do problemático rapaz que caminhava a noite de bermuda e camiseta em pleno inverno americano, muda ao cruzar com Leigh Tuohy, uma mulher rica, mãe de dois filhos, casada com Sean Tuohy (Tim McGraw – “Surpresas do Amor”) um ex-jogador de basquete e atual dono de vários restaurantes da franquia KFC e Taco Bell. Ela tira Mike da rua e o proporciona um confortável, aconchegante e quente sofá. Oher passa a morar com a família Tuohy, ganha roupas novas, um quarto e até uma tutora particular para ajudá-lo a melhorar as notas da escola. Leight faz de tudo para ajudar Mike a crescer e ter a oportunidade de um dia ter um futuro bom e promissor, ajudando o gigante adolescente em todos os seus problemas.
Sandra Bullock provou neste filme, o porquê foi indicada e por que venceu nas duas maiores premiações mundial de cinema. Fui realmente convencido ao ver uma Sandra um pouco diferente das atuações que estava acostumado a ver. Todo o peso dramático, mas com certos tons que só Bullock sabe proporcionar, é o grande ponto do filme. As dores, tristezas e angústias estão estampadas nas expressões no rosto de Quinton Aaron. E Jae Head (“Hancock”) que interpreta o caçula de Leigh Anne Tuohy, traz a válvula de escape para tanto drama, nos proporcionando boas cenas hilárias.
Apesar de um roteiro sem muitas inovações e até previsível, o filme (que é uma adaptação de uma história real) tem potencial para agradar todo tipo de gosto. Tem esporte, drama, comédia, boa trilha sonora e exemplo de superação.
Em minha opinião, “Um sonho possível” merece 7/10 estrelas! Já a atuação de Bullock, merece 9,5/10.






Maravilhoso blog. Gostei muito. Passarei a ler frequentimente.
ResponderExcluirSandra Bullock está tão madura nesse filme. Gostei muito do que você disse aí em cima. Parabéms
ResponderExcluirOlha eu de novo aqui. Pq vc apagou o meu último comentário? Falei tão bem do seu blog.
ResponderExcluirAdorei o que você escreveu sobra o filme da Sandra Bulock, ela é super 10. Parabéns, continue escrevendo.
Excelente blog, continue escrevendo!
ResponderExcluirObra prima de filma. Você classificou mal Um sonho possivel, é a sua opinião, tudo bem. hahahahahahahahahaha
ResponderExcluirE Alice, você vai assistir? Vou correr para ler aqui o que você escreveu.
Beijos